Como vai a saúde dos seus dentes?

Publicado em 20/06/2017

Divulgado em junho de 2015 por meio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística   (IBGE), levantamento realizado em convênio com o Ministério da Saúde, em 1.600 municípios e 80 mil domicílios do país, apontou que 11% da população brasileira não possui nenhum dente – o equivalente a 16 milhões de pessoas.

 

 

Ainda de acordo com os dados, entre os indivíduos com 60 anos ou mais, 41.5% já perderam todos os dentes. “Cuidar da saúde bucal e manter a dentição em dia por toda vida, é muito simples. Basta passar fio dental e escovar os dentes sempre após as refeições principais e dos rápidos lanches, além de visitar o dentista a cada seis meses. A inspeção profissional periódica é essencial para que seja realizada a higienização total da boca; em especial em locais não alcançados pela escova e onde há formação de placa bacteriana”, explica Silvia Masae, cirurgiã-dentista especialista em Prótese Dentária e cooperada da Uniodonto de São José dos Campos.

 

 

No entanto, a falta de hábito não é o único fator que colabora para a perda dentária. Fatalidades como quedas acidentais ou até mesmo ao morder uma fruta, podem levar a quebra parcial ou total de um ou mais dentes. “Quando o pedaço é muito pequeno, o dentista restaura aquele dente com resina composta, que possui cor e textura fiéis ao original”, conta Masae, citando outros métodos modernos utilizados em consultório, como facetas laminadas / lentes de contato (finas lâminas de porcelana coladas na superfície dental).

 

 

De acordo com a doutora, na maioria das vezes em que um paciente adentra seu consultório, é para solucionar problemas estéticos. “Todavia, antes de iniciar qualquer procedimento de reparação, é preciso checar minunciosamente a saúde bucal. Para iniciar o tratamento, o atendido deve, caso possua um canal, por exemplo, passar antes em um endodontista, a fim de tratá-lo. Apenas depois, com a dentição em dia, damos início à parte estética”.

 

 

No caso da perda total do dente (ou dos dentes), em que o paciente opta por uma prótese fixa, há uma série de etapas que garantem a sua satisfação com o produto final. “Nas primeiras consultas, moldamos em gesso a arcada dentária para entender a estrutura, a mordida e as possíveis imperfeições. Solicitamos exames como radiografias para avaliar a necessidade de canais, possíveis restaurações já realizadas; tiramos fotos coloridas do rosto – frente e perfil, para entender a simetria e harmonia; utilizamos uma câmera intraoral para captar imagens bucais de diversos ângulos; elaboramos um plano de tratamento com base em todo material colhido, estimando o tempo do mesmo; e, para garantir a plena satisfação do cliente, antes de iniciar qualquer procedimento, criamos um mock-up personalizado - modelo/maquete responsável por simular o sorriso após toda mudança estética - para ele ver como ficará”, detalha a especialista em prótese da Uniodonto SJC, destacando que, para inserir o implante (estruturas posicionadas cirurgicamente no osso abaixo da gengiva para substituir as raízes dentárias) é preciso tomar as devidas precauções.

 

 

Com todo material em mãos, e aprovação do cliente, dá-se início aos procedimentos invasivos para posicionamento do implante. “Quando há perda dentária, o osso de sustentação (osso alveolar) tende a encolher. Portanto, é necessário fazer o enxerto ósseo. Se não houve esta perda, podemos iniciar direto o procedimento para inserir o implante. Uma vez implantado e firme (com osseointegração), podemos pôr a prótese (dente artificial, de cerâmica)”, afirma Dra. Silvia, esclarecendo que, apesar do que muitos pensam, não há risco de rejeição. “O implante é fabricado de liga cirúrgica de titânio, e um material biocompatível. Muito seguro”.

 

Segundo a dentista, a cerâmica metal free (próteses cerâmicas livres de metal) é a sua preferida para utilização em consultório, por garantir a qualidade do sorriso e reproduzir características naturais em dentes saudáveis, como translucidez, opalescência, fluorescência. “Antigamente, usava-se muito a metalocerâmica, mas este material, apesar de resistente, causa o escurecimento da gengiva”.

 

Possível a todos os perfis (homens, mulheres), independentemente da idade, quem possui dentes artificiais também deve frequentar o dentista a cada seis meses. “O especialista fará diversas análises. Nestas consultas, ele avalia a qualidade óssea, o posicionamento das próteses, desgastes... Não adianta realizar um procedimento como este, se não for cuidar. É preciso zelar pela saúde bucal antes, durante e após o tratamento”, conclui.

 

 

Quanto à higienização, a Dra. Silvia alerta que ela deve acontecer normalmente para que o paciente não sofra perda óssea e corra o risco de perder prótese e implante. Fio dental, escovação após as refeições e, se possível, utilização do enxaguante bucal são as indicações da dentista.

 

 

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